Archive for the ‘internet’ Category

Wall-Mart vai inaugurar seu e-commerce

setembro 25, 2008

Quando falei sobre o Wal-Mart, parecia estar muito distante sua estratégia para implanter o e-commerce. Alguns comentários feitos nesse mesmo post me alertaram sobre as novidades. Por enquanto, encontrei essa no IDG Now:

Pelo http://www.walmart.com.br, usuários poderão comprar mais de 10 mil produtos separados em 11 categorias, como informática, games e beleza e saúde.

O serviço atenderá todo o Brasil e clientes que moram em São Paulo ou Rio de Janeiro poderão comprar e receber produtos no mesmo dia graças a um sistema de entrega expressa.

É aguardar para conferir. 😉

Notícias complementares:
Wal-Mart investe em Web 2.0 no seu e-commerce

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Palestra: E-commerce e links patrocinados

setembro 17, 2008

Acho importante participar, mesmo que esporadicamente, de palestras ou outro tipo de evento para se atualizar com o mercado – tanto das empresas como de trabalho. Isso é válido para qualquer pessoa que esteja em qualquer área.

Para mim, que sempre gosto de assuntos relacionados à internet, participarei de um evento sobre e-commerce, links patrocinados e SEO.


Café COM Internet
, realizado pela WBI Brasil

O tema apresentado será “Comércio Eletrônico“. O objetivo deste evento é fomentar o pensamento digital, atualizar o conhecimento das empresas e apresentar cases de sucesso na área de Internet.

Programação:
Data: 18 de setembro de 2008 (quinta-feira)
Horário: 14h às 17h30
Local: FASP – Av. Paulista, 2.000
Cidade: São Paulo/SP
Inscrição: 2 caixas (litro) de leite tipo longa vida
Para mais informações sobre a palestra e como se inscrever (ainda dá tempo), clique aqui.

Mídia 2.0: um outro ponto de vista

setembro 15, 2008

O que acho mais problemático nessa história toda é que todos discutem, participam de seminários, dão suas opiniões, mas esquecem de uma das partes mais importantes desse processo: o cliente. Por mais que isso tenha se tornado desculpa para tudo que não faz sucesso, o choque de gerações é fundamental para explicar esse processo de ostracismo em que se encontra a gestão de comunicação nas redes e mídias sociais.

O trecho acima é do blog do Eduardo Vasques a respeito das Relações Públicas 2.0, que consequentemente leva às Mídias Sociais, assunto tão comentado entre profissionais de comunicação, internet e marketing. Compartilho também da mesma idéia que Eduardo, pelo menos no que diz respeito a RP. Não posso ter uma idéia tão concreta quanto às Mídias Sociais em geral, pois nunca tive a oportunidade de trabalhar – ou testemunhar – ativamente com alguma atividade ou ação.

Onde trabalho atualmente não há chance alguma de ter ações do gênero. São vários os motivos: resistência da diretoria, verba restrita e principalmente incertezas quanto ao futuro da empresa (minha pior preocupação, particularmente falando). Ainda luto para ter a oportunidade de trabalhar com marketing digital – e não somente mídias sociais, que na minha opinião é um segmento recém-nascido e que ainda precisa de muito amadurecimento. Para se trabalhar com web marketing, tenho ciência de que é necessário especialização: métrica online é uma ferramenta que tenho grande interessante em ter mais contato, mesmo porque já é um artifício que as empresas conhecem um pouco mais (graças ao Google, todos sabemos disso) e não têm tantas restrições quanto aos resultados (estes sim podem ser medidos precisamente).

Bom, enquanto fico nesse impasse quanto ao meu futuro profissional, creio que deixarei um pouco de lado o Jaca. Não porque desanimei ou desisti dele, é pelo simples fato de não ter assuntos relevantes ao blog. Conteúdo para mim tem de ter qualidade, e não quantidade.

P.S.: sem fazer propaganda, quem tiver interesse em contratar um profissional que tenha sede em aprender e trabalhar com web marketing, estou aberto para oportunidades e propostas. 😉

José Brandão & Jacacarambola

De volta aos poucos

agosto 19, 2008

Confesso que quase desisti do Jaca. O motivo é simples: falta de oportunidade que englobe marketing digital. Notícias sobre esse assunto não faltam; basta jogar em qualquer buscador e você será invadido por uma avalanche de novidades em web marketing. Entretanto, meu objetivo não é mostrar o que os outros fazem – o que eu admiro, claro – e sim o que eu posso mostrar como experiência própria. Que sirva ao menos de reflexão para quem frequenta esse blog – ou frequentava, já que está um tanto abandonado.

O que adiantaria falar sobre marketing de busca, redes sociais, novas ferramentas de marketing (principalmente as da web 2.0), cases interessantes de marketing viral? Nada disso é novidade para ninguém, pelo menos quem está por dentro das últimas tendências. Enfim, é o que acho importante para esse blog: demonstrar minha visão frente ao que é mostrado como case de sucesso, o que realmente funciona ou se realmente é bom e até que ponto vale a pena – mas para isso preciso vivenciar. E é isso que me falta ultimamente. 😉

P.S.: os outros autores provavelmente abandonaram a idéia de colaborar com esse blog. Mesmo assim, os nomes deles estão lá. Quem sabe algum dia um deles apareçam por aqui com algo interessante.

José Brandão & Jacacarambola

O que não falta é falta de criatividade

maio 10, 2008

Entrei no site só por curiosidade, já que a falta de criatividade foi o que mais me chamou a atenção – e a ousadia em relacionar erotismo com toques de celular. Fiquei mais aterrorizado ainda. Além do site ser todo escuro – o preto é a cor predominante, deixando o azul como enfeite secundário -, há uma animação pobre e sem sentido em um celular (adivinha que cor?) do lado direito da página. A sequência começa com o logo da empresa, depois aparece uma menina “cheer leader”, logo após uma foto de luta livre (wrestling) e, por fim, uma moto da Suzuki.

Nem vou me estender no assunto, pois não há motivo para tentar explicar tanta incoerência. O amadorismo das pessoas me impressiona.

José Brandão & Jacacarambola

Os mitos da internet

maio 5, 2008
Mito nº 5: a rede mundial revolucionará o marketing. Nem que a vaca tussa. Esse é o mais sagrado dos cânones da “teologia Internet” e é também o menos provável de se concretizar. Na maioria, os que vendem coisas online são pessoas da Internet negociando umas com as outras. Com poucas exceções, o marketing das homepages, o marketing de mala direta em massa e as compras on-line são – e continuarão sendo – uma grande sonolência. Muitas das grandes empresas encaram sua página corporativa na Internet como um modismo ligeiramente mais sofisticado.

Eu discordo em parte. Não acho que a internet revolucionou o marketing, mas que influenciou fortemente o caminho dele com certeza influenciou. Se ele diz que a maioria das empresas encaram sua homepage como um modismo, elas estão completamente equivocadas e, acima de tudo, atrasadas. O que você acha?

Leia os outros mitos nessa reportagem.

José Brandão & Jacacarambola

Mala direta: o destino pode ser o lixo

abril 25, 2008

Estava fazendo aquela faxina em cima da mesa e do console onde fica o telefone (só depois que compramos é que percebemos o quão inúteis são as abas laterais para colocar revistas). O que juntei de revista e panfleto não caberia no cestão de lixo no corredor do prédio.

Ainda fico impressionado com o desperdício de impresso que as empresas insistem em investir. Já falei sobre isso (mais nesse post e um pouco nesse aqui), mas repito minha resistência ao papel: estamos em um mundo cada vez mais online, então vamos economizar – principalmente para os reciclados que, se por um lado poupam as árvores, do outro gastam mais tinta. A solução mais próxima é substituir os benditos panfletos (e todos os tipos de mala direta) por newsletter ou qualquer meio de comunicação eletrônica (torpedo SMS é uma boa sugestão).

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Wal-Mart: tentando caminhar para o e-commerce

abril 20, 2008

Não é de hoje que o grupo norte-americano Wal-Mart intenciona em iniciar o e-commerce em território brasileiro. O montante que eles querem investir transmite a impressão de muita prosperidade nesse novo negócio: cerca de R$ 1,2 bilhão.

Nunca entrei em um loja do Wal-Mart, e olha que eles estão aqui no Brasil desde 1995. Para falar a verdade, nunca me chamou a atenção – só o nome do supermercado me distanciava. Fiquei sabendo que eles possuem marcas próprias, todas vindas lá de fora. Que confiança você tem em uma loja de departamento estrangeira que não vende produtos cujo nomes sequer são em português?

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Update: marketing viral para desligados

abril 16, 2008

Fiquei curioso na época, mas depois deixei de lado. Foi o motivo pelo qual aproveitei para falar sobre marketing viral. Agora mesmo fiquei sabendo pelo @gafanhoto (esse é o post original) que é realmente uma ação viral. E constatei que não eram tachinhas metálicas, mas pelo menos acertei na calçada. 🙂

José Brandão & Jacacarambola

Revista digital: alternativa para conteúdo online

abril 16, 2008

Estava a caminho da pós quando me entregaram um encarte da Super Interessante. Como o conteúdo da revista  não tem mais a mesma qualidade de alguns anos atrás, peguei e quase não dei a devida atenção. Eu realmente não queria saber quem inventou o palito de dentes muito menos se era higiênico proteger as latinhas de cerveja com selo.

Não querendo me estender muito nas reportagens, li só a contracapa. Claro que induzia o leitor, de acordo com a curiosidade dele, a acessar o site da revista e ler na íntegra a matéria de capa – que por sinal tem tudo a ver com ciência: “a cadeia como você nunca viu”. Lá fui eu visitar o site; não me surpreendi quando vi que não havia quase destaque na página – e os poucos destaques não conseguiam chamar a atenção.

Enfim, meu objetivo não é falar do layout pobre e do conteúdo fraco do site. Cliquei direto no ícone da revista para ler a matéria “super interessante”. Minhas expectativas desceram pelo ralo quando percebi que não era uma versão em PDF ou equivalente ao clicar em um outro ícone: “folheie a revista”. Simplesmente abriu uma janela em flash com a revista aberta em miniatura – só o título das matérias estavam legíveis. A intenção é só folhear mesmo.

Admito que meu equívoco foi grande ao pensar que iria encontrar uma revista digital. Sei que, a princípio, pode não haver muita diferença entre online e digital, mas quando você escolhe fazer o download de qualquer conteúdo para ler, ouvir ou assistir depois (podcast e videocast), já deixa de ser online – daí a vantagem de ser digital.

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