Mergulhado no mundo offline

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Offline vs. Online

Ando bem ausente, mas não abandonei o blog. Mudanças na vida profissional – continuo na hotelaria, no mesmo destino, mas a empresa mudou – estão exigindo muito mais tempo no mundo offline do que o tão querido online. Para completar, está apertada a maratona final da pós-graduação com aqueles trabalhos inúteis em grupo, constituídos de uma parte impressa (sempre enfeitadas com os padrões ABNT) e de uma parte expositiva (leia-se: apresentações em Power Point ou vídeos de conferências, palestras, reportagens, não-importa-o-que-tiver tirados da internet), que na verdade só servem para cumprir o currículo e, principalmente, a carga horária do curso.

O mundo offline está me trazendo novas experiências para o currículo. Algumas chatas, confesso, mas que no fim só agregam valor. Organizar evento definitivamente não é o meu perfil, mas modéstia a parte está correndo tudo perfeitamente bem, aos trancos e barrancos. Há menos de duas semanas do evento, me vejo entre contratos assinados, formulários a serem preenchidos com a montadora, cotações pendentes de fornecedores (pelo menos os brindes já estão em fase de confecção, a agonia agora fica por conta da entrega no prazo prometido), mais formulários incompletos paralelos à montadora – locação de notebooks, contratação de linhas telefônicas e acesso à internet. Se não bastasse o emaranhado de processos burocráticos para um feira de cinco dias, ainda tenho de me preocupar com a velha e incoveniente folheteria. Papel e dinheiro jogados no lixo. Só espero que o lixo do evento tenha pelo menos um projeto de reciclagem.

Mas no final tudo dá certo, não é?

E a correria offline não pára por aí. Inscrições de última hora de outras feiras são informadas por vendas; logo começa a via sacra para criação, cotação, impressão de folders, banners, cartões de visita, e por aí vai… Cheguei à conclusão de que prazo é um fator dificilmente aplicado ao Marketing, não por nossa culpa, mas pela falta de planejamento dos outros departamentos. Nem vou citar a cobrança incessante dos diversos jobs brifados para a agência, a cobrança incessante feita pelos veículos (prazo para marcar reunião, prazo para fechar com preço especial, prazo para reservar espaço, prazo para enviar material), a cobrança incessante dos fornecedores querendo resposta para fechar com eles, os e-mails de clientes pedindo material institucional e promocional… socorro!

Mas no final tudo dá certo, não é?🙂

Para não deixar meu lado marketeiro digital de lado, fica aqui minha dica, que na verdade veio da Sam Shiraishi. Propaganda na internet de um jeito bem filtrado, com impacto imediato e criativo. Indiretamente, esse conceito já percorre pela TV digital, mas pelo visto vai demorar para chegar aqui. O máximo que vi em interatividade nos canais pagos são notícias atualizadas em tempo real (GloboNews, por exemplo) e conteúdo seletivo relacionado ao programa (Cartoon Network disponibiliza jogos de acordo com o desenho que está sendo transmitido). Não vejo muito resultado, pois a conexão é demorada para ativar esse recurso – o que desanima os curiosos pela inovação digital. Contudo, é sempre bom acreditar que a esperança é a última que morre e que, acima de tudo, a paciência é uma virtude.😉

José Brandão & Jacacarambola

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