O mundo inteiro ficou sabendo essa semana da compra da Jaguar e Land Rover pela Tata Group. O que será que os clientes desses carros luxuosos estão pensando sobre essa aquisição? Será que bate aquele sentimento de desvalorização: uma empresa que lançou o automóvel mais barato do mundo (talvez daí tenha vindo o nome Nano – só US$ 2.500,00) agora é dona das marcas de carro mais tradicionais – e uma das mais caras – do mundo. Mas creio que isso não seja problema algum.
A Tata Group não é famosa só pela fabricação de automóveis. O grupo dispõe de uma variedade ampla de produtos e serviços, desde relógios até hotéis, sem contar o que eles oferecem para a indústria. Esse deveria ser o lema de toda organização: diversificação. Entendo que a administração de tantos produtos/serviços de vários segmentos pode acarretar até uma complexidade na viabilidade de negócios; uma das alternativas é dar ênfase a tal segmento e deixar os outros em segundo plano (caso o primeiro venha a ter problemas). Claro que esse tipo de resolução depende muito do portifólio da organização (cito mais uma vez a Unilever, que só de uns tempos para cá começou a se preocupar com a marca-mãe).



